Ele não fazia por mal. Nunca se importou em ter mais ou melhores brinquedos, ganhava briquedos usados e também novos e compartilhava com amigos . Talvez tenha sido esta atitude que despertou a ira de um amigo que para não ficar atrás sempre tinha um igual no forro da casa. Dizia o amigo que ele não podia ver os brinquedos, pois sempre havia um empecilho: ora o pai não deixava, ora a mãe...
_Tudo bem, uma outra hora você me mostra... vou voltar pra casa. Estou cheio de imaginação para ler um livro!
_..ahh!! E qual livro é?
_Pinoccio!
...
ps.: o outro nunca lera um livro.
deanmaire f.
16/03/2011 as 22h30 (mas podia ter sido antes...)
Essa me lembrou CLarice no seu conto Felicidade Clandestina, mais pelos personagens do que pela história. Em resumo, gostei mesmo.
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